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  • givilelabio

Dona de uma riqueza indescritível de espécies e diferentes fitofisionomias, esta gigante, que cobria dezessete estados brasileiros, hoje se encontra reduzida a poucos remanescentes, que somam menos de 10% de sua abrangência original. Basta olhar o mapa ao lado para assombrar-se com a diferença entre o que havia no passado (em amarelo claro) e o que nos resta atualmente (em verde).

Várias foram as razões que nos trouxeram a esta situação, entre elas a ocupação e exploração dos recursos naturais pelos colonizadores, o bioma ser o local onde vive a maior parte da população brasileira, a falta de planejamento das cidades e cumprimento das leis ambientais e muitos outros, incluindo nosso desejo de progresso baseado em desmatar e construir cada vez mais prédios, casas, indústrias, shoppings, estacionamentos, etc.


Consequentemente, a redução da área de ocupação da floresta implica na diminuição das espécies que nela vivem. Hoje, lamentavelmente, se prevê a extinção da nossa majestosa onça-pintada (Panthera onca) no bioma Mata Atlântica. A fragmentação do ecossistema é fator crucial em programas de manejo e proteção de espécies. Grandes felinos necessitam de grandes áreas para locomoção, caça e reprodução, o que pequenos remanescentes, na maioria das vezes, não podem oferecer.

Apesar da situação crítica, não podemos apenas sentar e assistir a Mata Atlântica desaparecer. O bioma conta com diversas Unidades de Conservação espalhadas pelo país e trabalhos de diferentes instituições que visam divulgar e proteger o equilíbrio dinâmico deste riquíssimo ecossistema. Informe-se, conheça, divulgue, participe, crie a sua própria campanha e trabalhe em prol da nossa Mata Atlântica. Através da visão planetária que buscamos, é tudo nosso. Nossa casa, nossas plantas, nossos animais e NOSSA RESPONSABILIDADE!


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